Era para ser um Moleskine...

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Cortázar/Divertimento
[provavelmente falso]
Caía sempre das cadeiras e prontamente advertiram que era inútil procurar sofás profundos ou cadeirões com braços altos.
Ia sentar e caía.
Às vezes para trás, quase sempre de lado.
Mas se levantava sorrindo porque era bondosa e compreendia que as cadeiras não estavam alí para ela.
Acostumou-se a viver de pé.